Quem morre em Vikings ? Explicamos o final da série

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Entenda o final de Vikings

A era Viking, ou, a Era Vikings chegou ao fim. O último escudo foi formado e o último navio foi lançado. O final de Vikings, uma das melhores séries dos últimos anos foi selado. Os heróis ressuscitaram e se converteram. No entanto, nada de choro ou raiva, apenas a sensação de Michael Hirst fez aquilo que precisava fazer e por sua vez, nos deixou ainda mais ansiosos para Vikings: Valhalla.

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Na série, vimos a conclusão do auge dos Vikings, mas, o último episódio foi capaz de responder todas as questões em aberto. Além disso, deu ambiguidade suficiente para que hajam diversas teorias quanto ao seu futuro. De qualquer forma, vimos um grande conto das sagas medievais ganhando vida.

O que acontece na sexta temporada de Vikings

Na segunda parte, vimos o que havia acontecido com Bjorn, depois que, seu irmão o tinha deixado praticamente morto. No entanto, esse não foi o único desfecho resolvido na história. Rus, com o jovem príncipe foi devolvido a seu gentil tio Dir e a morte do maníaco Oleg de Kiev.

Outros pontos importantes na temporada foram o triunfo curto de Rei Harald em Kattegat. Já Ubbe finalmente encontra Golden Land. Flok surge de uma casa na árvore isolada. Já Ivar Hvitserk voltam para casa, após uma longa jornada e por fim, o Rei Alfredo, de Wessex, recebe outro ataque violento.

Foi uma temporada intensa, mas, conclusiva, mostrando que não há margem para uma 7ª temporada de Vikings.

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Guerra e Paz: O final de Vikings

O último episódios, denominado ‘O último ato’, é altamente complicado. O episódio segue dois grupos liderados pelos filhos sobreviventes de Ragnar. Eles partem em direções opostas, mas igualmente inevitáveis. Enquanto Ubbe passou boa parte da temporada no oceano atlântico,  finalmente chegou a Terra dourada. Por lá, ele descobre uma tribo indígena americana e um velho amigo, Floki.

Ao chegar na tribo, após dias de sofrimento, eles encontram uma terra abundante e vizinhos que não conhecem o estilo Viking. Contudo, Naad assassina We-jitu, que invadiu sua tenda em busca de ouro, e as coisas parecem voltar a ser o que eram.

Enquanto isso, Ivar mais uma vez desafia Alfred de Wessex. Depois que Harald é morto em batalha, Ivar afirma que os cristãos que buscam paz, encontrarão a guerra. Porém, ele sabe que vai morrer se lutar contra os saxões novamente, e Hvitserk identifica que os olhos de seu irmão ficaram azuis, um sinal aparente de que Ivar está prestes a se machucar.

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O fim de Ivar e Ubbe se entrega

Ivar, de fato, morre na batalha com Alfred. O guerreiro tem a mesma atitude, de quando vingou a morte de Ragnar. Quando um soldado saxão se aproxima dele, Ivar acena com a cabeça, praticamente se entregando para que o jovem o mande para Valhalla. O fim da sua vida é nos braços de Hvitserk, enquanto o mesmo, é capturado pelos saxões. Por sua vez, o jovem se converte ao cristianismo e adota o nome de Athelstan, antigo amigo de Ragnar, assassinado pelas mão de Floki.

Ao contrário de Ivar, Ubbe renúncia a sua brutalidade. Após anunciar uma punição contra Naad, o guerreiro opta por misericórdia. Ao invés de torturar Naad, ele dá a ele uma morte rápida. Ubbe abandona os velhos hábitos e é recompensado com a oportunidade de entrar em uma nova era em uma nova terra; Ivar se apega aos velhos hábitos e, por fim, morre com eles.

Os dois lados de Ragnar Lothbrok

Por mais chocante que seja, passar de cenas de batalha frenéticas em Wessex para paisagens idílicas na Terra Dourada de Ubbe, o contraste fornece informações importantes sobre Ubbe e Ivar, que acabam por representar os dois lados de seu pai famoso. 

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Como Ubbe, Ragnar era um pensador, ele era fascinado pelo Deus cristão, embora nunca tenha abraçado completamente uma conversão. Como Ivar, Ragnar também pode ser selvagem, vingativo e cruel. Ele sempre foi um invasor melhor do que um rei, e ganhou a maior parte de sua fama saqueando Wessex e Frankia.

No final de Vikings, vemos Bjorn e Floki olhando para o mar. Para uma série tão violenta, a escolha de terminar em um momento silencioso de camaradagem entre dois homens que abandonaram o estilo Viking foi corajosa, embora no final valha a pena, proporcionando um pouco de fatos satisfatórios e uma respiração profunda após seis temporadas de absoluta brutalidade.

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