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Continência ao Amor: A verdade por trás do filme da Netflix

Continência ao Amor é baseado em uma história real? Descubra

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Continência ao Amor da Netflix é um drama de romance que conta a história de duas pessoas que vieram de origens diferentes. A personagem Cassie é uma artista, filha de um imigrante trabalhador que sempre questiona coisas que não fazem sentido.

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Já seu par romântico Luke, se alistou no exército, depois de passar por vários problemas com vício. Por isso, Luke gosta de guardar seus sentimentos para si. Desesperados para se livrar de seus problemas pessoais com dinheiro, a única solução seria o casamento. A trama de Cassie e Luke em Continência ao Amor não aconteceria se fosse em outra situação.

Cassie trabalha em um bar a noite no Texas para sobreviver, enquanto persegue seu sonho de se tornar uma cantora e compositora. Já Luke é um fuzileiro naval do Exército, prestes a embarcar para o serviço. Mas, um encontro casual no bar de Cassie muda o curso de suas vidas.

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O filme Continência ao amor, é dirigido por Elizabeth Allen Rosenbaum e aborda varias questões que o público pode se identificar. Se você tem dúvidas se os personagens são baseados em pessoas reais, aqui está o que está o que sabemos.

Continência ao amor é baseado em fatos reais?

Indo direto ao ponto, Continência ao amor, não é baseada em fatos reais. O filme é baseado em um livro do autora Tess Wakefield que foi publicado pela primeira vez em 2017. Esse foi o primeiro livro para adultos da autora. Embora não seja baseado em um fato real sua história pode ser comparada com algumas lutas reais vividas no cotidiano.

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O abuso de substâncias e o vício marcam o passado de Luke. Por sua vez, Cassie tenta controlar seu quadro de diabetes e superar as dificuldades financeiras. A autora pesquisou como funciona o sistema de saúde e estudou também sobre o vício e teoria musical para formação de Cassie. Wakefield mergulhou na lei militar para ver se uma coisa assim poderia realmente funcionar na trama do filme.

No Livro, Cassie é descendente de Porto Rico. Wakefield pesquisou a fundo conversando com a comunidade Porto-Riquenha para descobrir sobre a cultura e a relação familiar. A autora estudou também como a dinâmica familiar pode ser diferente para eles, dando ênfase ao relacionamento com os pais.

Isso foi fundamental para que a construção dos personagens de Continência ao amor seja retratada corretamente. Vemos uma diferença no relacionamento de Cassie com sua mãe e Luke com seu pai, que está prestes a se separar. Cassie conversou com pessoas que tiveram diabetes a vida toda para saber como lidar quando as coisas ficam difíceis ao longo do processo.

Atriz revelou como foi atraída ao filme

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A atriz que interpreta Cassie em Continência ao amor, Sofia Carson, foi atraída pela história devido a vários temas. Carson afirmou ao Collider:

“Quando li o título pela primeira vez, perguntei a Liz (a diretora) se “corações roxos” significava que era a mistura de um coração vermelho e azul, e ela riu e disse: “Eu não tinha pensado dessa maneira. Mas, essa é exatamente a nossa história. Vivemos em um país que está incrivelmente dividido agora, vermelho versus azul. Esta história é sobre escolher não ver cor e escolher o amor, acima de tudo, e como um coração vermelho e um coração azul podem se unir e escolher o amor”.

Enquanto Wakefield escrevia sobre coisas sociais e politicamente relevantes, também deu um toque pessoal a história. Afinal, estava se separando quando começou a escrever o livro. O desgosto e a dor foram as causas que se assemelharam a história de Luke e Cassie servindo assim para elevá-lo e quis fazer com que eles fossem o mais diferentes possíveis.

Continência ao amor é uma história real na Netflix
Imagem: Divulgação/Netflix

Cassie foi descrita como a amiga ou colega de trabalho que esta sempre a procura de desafios. Ao mesmo tempo, Luke foi criado com um lado mais leve sob seu comportamento. Sobre isso, a protagonista de Continência ao amor afirmou:

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“Foi incrivelmente curativo estar com Luke enquanto ele se permitia, ser honesto sobre seus problemas e ser vulnerável.”

Entretanto, ela se viu usando “as memórias mais aleatórias, ou fragmentos de conhecimentos, ou técnicas que ela havia absorvido ao longo dos anos”.

Então, mesmo quando ele criou um romance fictício, Wakefield fez o possível para mantê-lo real, criando personagens em que as pessoas pudessem se ver e situações em que todos pudessem se identificar. Portanto, apesar de não se tratar de uma história real, Continência ao amor utiliza de fragmentos da vida real para construir sua narrativa.

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